Passeio da Catequese 2018
Monte da Assunção e Singeverga
Monte da Assunção e Singeverga
Como nos últimos anos, realizámos no domingo 20 de maio o Dia da
Paróquia, designado N’DAY, na quinta de S. Gens (na estrada exterior da circunvalação, junto ao quartel do Regimento de Transmissões).
Nesse domingo a missa foi celebrada naquele local às 11 horas, para a comunidade da Senhora do Porto e de S. Paulo do Viso.
Como habitualmente, realizámos a procissão de velas na noite de 12 de maio, às 21h30. Este ano saímos de S. Paulo do Viso para a igreja paroquial.
O nosso GASP esteve bem representado!!!
DOMINGO, 10 DE DEZEMBRO, 16 HORAS
IGREJA DA SENHORA DO PORTO
O Bispo Administrador da Diocese, D. António Taipa, presidiu à celebração em que se recordaram três bons amigos da nossa comunidade: Padre António Inácio Gomes (fundador), D. Manuel da Silva Martins e Padre Mário Salgueirinho.
UM BELÍSSIMO TEXTO PELA MÃO DO NOSSO PÁROCO, PADRE MANUEL CORREIA FERNANDES, ESCRITO POUCOS DIAS APÓS O FALECIMENTO DO NOSSO MUITO QUERIDO D. MANUEL DA SILVA MARTINS, EM 24 DE SETEMBRO DE 2017:
"Bispo da coragem e simplicidade
Apesar da idade, partiu antes do tempo. Terminada a sua árdua e exemplar missão na diocese de Setúbal, da qual foi o primeiro Bispo, reconhecida como social e pastoralmente profética, desenvolvida ao longo de 23 anos, de 1975 a 1998, regressou à sua diocese de origem e de afeição, e por aqui se empenhou na pastoral como um bispo de serviço. Quando o convidavam para qualquer ação pastoral, estava sempre disponível. Presidia a celebrações solenes e a festas populares, que eram de seu especial agrado, porque expressão simples da fé do povo de Deus. Recordava os amigos e companheiros falecidos com uma visível saudade, como acontecia com o seu condiscípulo Padre Inácio Gomes, presidindo durante onze anos à celebração do aniversário da sua morte, falando dele como quem estava ali ao lado,
reconhecendo perante toda a comunidade o seu trabalho pastoral e elogiando quem recordava a sua memória.
Em Santa Cruz do Bispo presidia à popular festa de S. Brás e escrevia uma crónica habitual no boletim paroquial “Crescendo”, onde vertia inquietações pastorais e apelos solidários. Num dos últimos números, em junho deste ano, escrevia: “A nossa Igreja tem testemunhado esse
amor [de Deus] em tantos passos da sua vida. Falar da pastoral social tão consciente e ativa; falar do trabalho feliz e bem conseguido das nossas catequeses; falar de tantos movimentos de apostolado… tudo isto não será motivo para cantarmos o amor de Deus e testemunhá-lo na vida?”.
Era esta atenção às dimensões da Igreja, em tantas conferências e colóquios em que participava, aos amigos que visitava e que o visitavam, aos dramas vividos por muitos. As suas intervenções na rádio e na televisão eram incisivas e destemidas. O reconhecimento e a gratidão que manifestava nos últimos anos da vida, mais débil mas sempre atenta e ativa, completavam a grande e reconhecida intervenção espiritual e social que levou a cabo na diocese de Setúbal, e que prolongava agora pelas comunidades do país, desde a sua terra de residência, onde colaborava com o pároco, até à distante ilha do Corvo ou a terras do interior, sempre acedendo a convites e exercendo a sua missão episcopal.
Por isso são compreensíveis as palavras de reconhecimento que tantas personalidades e entidades públicas lhe vêm tributando, evidenciando o Bispo como arauto da Palavra, da
doutrina social da Igreja, no sentido da compaixão. Era pessoa diferente de D. António Francisco, mas sentido agora como muito próximo dele nos grandes ideais, apesar dos mais de vinte anos de diferença de idade.
A grandeza de alma, o espírito evangélico, a atenção à pessoa humana na sua integridade e dignidade, são coisas em que mais se evidencia a grandeza destes homens marcados pelo carisma do episcopado. É bom que a sociedade humana, tantas vezes distraída do essencial,
saiba reconhecer a presença das pessoas que abraçaram os grandes ideais e que consumiram as suas vidas para os transmitir.
M.C.F"
24 set 2017 (Ecclesia) – D. Manuel Martins, primeiro bispo de Setúbal, faleceu hoje aos 90 anos de idade, anunciou a diocese sadina.
“Deus acaba de chamar a si o primeiro Bispo da nossa Diocese de Setúbal, D. Manuel Martins. Faleceu hoje, às 14h05, acompanhado dos seus familiares e após receber a Santa Unção”, informa uma nota enviada à Agência ECCLESIA.
O prelado faleceu na Maia, Diocese do Porto, em casa de familiares.
As exéquias fúnebres de D. Manuel Martins, bispo emérito de Setúbal que morreu hoje, aos 90 anos de idade, vão celebrar-se na terça-feira, pelas 15h00, no Mosteiro de Leça do Balio (Matosinhos - Porto), terra natal do prelado.
Segundo o desejo expresso pelo próprio, D. Manuel Martins será sepultado junto dos seus pais, no cemitério próximo do Mosteiro.
D. Jorge Ortiga, arcebispo de Braga, reagiu à notícia com uma mensagem publicada através da sua conta na rede social Twitter: "D. Manuel Martins, descanse em paz. Os pobres e os trabalhadores têm um intercessor no céu".
D. Manuel Martins foi o primeiro bispo nomeado para a então recém-criada Diocese de Setúbal, onde iniciou o seu ministério episcopal no dia 26 de outubro de 1975.
O falecido bispo nasceu a 20 de janeiro de 1927, em Leça do Balio, concelho de Matosinhos; foi ordenado sacerdote em 1951, após a formação nos seminários do Porto, seguindo-se a frequência do curso de Direito Canónico na Universidade Gregoriana, em Roma.
Pároco da Cedofeita, no Porto, entre 1960 e 1969, D. Manuel Martins foi nomeado vigário-geral da diocese nortenha em 1969, antes de seguir para Setúbal.
D. Manuel Martins foi presidente da Comissão Episcopal da Ação Social e Caritativa, bem como da Comissão Episcopal das Migrações e Turismo, na Conferência Episcopal Portuguesa; foi ainda presidente da Secção Portuguesa da Pax Christi e da Fundação SPES.
No dia 23 de abril de 1998, o Papa João Paulo II aceitou o seu pedido de resignação ao cargo de bispo de Setúbal.
O bispo emérito foi agraciado com a grã-cruz da Ordem de Cristo, durante as comemorações do 10 de junho de 2007, em Setúbal, e com o galardão dos Direitos Humanos da Assembleia da República, a 10 de dezembro de 2008.
Em maio de 2015, D. Manuel Martins foi condecorado com a medalha da Ordem de Timor-Leste, pelo papel que teve na restauração da independência deste país.
Em março deste ano, o presidente da República Portuguesa saudou o percurso de vida de D. Manuel Martins, bispo emérito de Setúbal, que completou 90 anos a 20 de janeiro.
“Nascido em Matosinhos, no norte de Portugal, D. Manuel Martins sempre manteve a fidelidade aos princípios e valores distintivos daquela região do país: o sentido de serviço aos outros, a dedicação ao trabalho e a preocupação permanente com a justiça social”, escreveu Marcelo Rebelo de Sousa, num texto divulgado pela Presidência da República.
Porto, 11 set 2017 (Ecclesia) - D. António Francisco dos Santos, bispo do Porto, faleceu esta segunda-feira aos 69 anos, na Casa Episcopal da diocese, que anunciou a morte, em comunicado oficial.
"Cumpre-nos o dever de comunicar, com enorme pesar, a toda a Diocese do Porto que faleceu hoje, dia 11 de Setembro na Casa Episcopal, o Senhor D. António Francisco dos Santos, Bispo do Porto", refere a nota.
O prelado foi nomeado bispo do Porto em fevereiro de 2014, sucedendo a D. Manuel Clemente, e tomou posse a 5 de abril do mesmo ano.
D. António Francisco dos Santos foi ainda bispo de Aveiro e auxiliar de Braga, tendo sido ordenado bispo em março de 2005, na Sé de Lamego.
O falecido bispo era natural de Tendais, no Concelho de Cinfães (Diocese de Lamego) e foi ordenado padre em dezembro de 1972.
Após os estudos no seminário da sua diocese, licenciou-se em Filosofia na 'École Pratique de Hautes Études Sociales', com mestrado no Instituto Católico de Paris, onde obteve ainda o diploma de Sociologia Religiosa.
Durante os estudos em Paris, foi membro da equipa sacerdotal da Paróquia de São João Batista de Neuilly-sur-Seine, assumindo a responsabilidade pastoral da comunidade portuguesa.
João Paulo II nomeou-o auxiliar de Braga, a 21 de dezembro de 2004; Bento XVI escolheu-o como bispo da Diocese de Aveiro, em setembro de 2006 e tomou posse a 8 de dezembro do mesmo ano.
Na Conferência Episcopal Portuguesa, ocupava o cargo de presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana e de vogal da Comissão Episcopal da Educação Cristã e Doutrina da Fé.
Sábado, 13 de maio, da Igreja Paroquial para S. Paulo do Viso.